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Ação Global
Manaus, 14 de julho de 2010 - O atual nível de crescimento da sociedade civil (Terceiro Setor) tem a grande contribuição na redemocratização do país com a edição da Constituição de 1988, que trouxe a visão de que não é apenas o governo que vai resolver os problemas, mas sim parcerias com associações, empresas e fundações que vão contribuir para um Brasil melhor.
A análise do secretário do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), Fernando Rossety, que participou no dia 1º de julho em Manaus da Mesa Redonda sobre Ação Global: Uma contribuição para uma sociedade sustentável, no auditório do SESI/AM
De acordo com Rossety, existem 309 mil organizações não governamentais (ONGs) no Brasil. Segundo o palestrante, na medida em que o Brasil foi desenvolvendo políticas públicas em educação, saúde, cultura, infância e adolescência, favorecia a participação da sociedade civil.
“Havia recursos do governo para que os cidadãos pudessem realizar trabalhos em áreas em que a administração pública não é competente para atuar”, avaliou.
Rossety destacou, também, diferenças entre responsabilidade social empresarial e investimento em social privado. O secretário geral do Gife, afirmou que a responsabilidade social empresarial é como a empresa realiza seus negócios, se é responsavelmente ética, respeita contratos e fornecedores, enquanto o investimento em capital social privado acontece quando a empresa tem propostas, além dos negócios, trabalha na comunidade com projetos culturais e de meio ambiente. “É uma contribuição voluntária com planejamento e diálogo”, disse.
A coordenadora geral do Consulado da Mulher em Manaus, Dayla Cerqueira, disse que o Instituto tem como público a mulher em situação de vulnerabilidade social e como foco a mulher empreendedora. Ressaltou o trabalho que o Consulado realiza em vários bairros de Manaus, como Grande Vitória e nas comunidades indígenas do Alto Rio Negro, realizando a capacitação de mulheres em cursos de costureiras e artesanato e gerenciamentos de negócios para gerar renda e emprego.
O consultor do SESI Paraná, Daniel Moraes, disse que a Ação Global não se esgota em um dia e que deve ter continuidade o ano inteiro com ações simples. Para Daniel, por meio do diálogo se busca o melhor que existe nas pessoas e que é preciso trabalhar o lado positivo em torno de um objetivo comum.
A abertura da Mesa Redonda foi realizada Pelo superintendente do SESI, Luiz Medeiros que destacou o trabalho que a Instituição realiza na área de responsabilidade social empresarial. A solenidade foi encerrada com a apresentação do Grupo de Teatro do SESI com a peça, Construindo a Nação.
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